Review – Asics DynaFlyte

Oi Galerinha!!!
Começamos 2017, e o blog voltou também.

Essa semana como tinha dito lá no meu Snap (carulessa), vou falar aqui um pouco da minha percepção de um dos últimos lançamentos da Asics – o modelo DynaFlyte.
Eu já havia comprado esse tênis há algum tempo (na BlackFriday) e optei por deixa-lo guardado e começar a amacia-lo agora no começo do ano. Comprei esse calçado já com a intenção de usa-lo para correr a Maratona do Rio.

Pra quem não sabe, o Asics DynaFlyte foi apresentado aqui em SP no City Marathon da Asics que rolou ano passado (em Julho). Foi amor a primeira pegada. Eu vi o tênis e já me apaixonei. Queria comprar na hora, mas me segurei. Então, no final do ano meu cartão de crédito fez uma promoção casada com a Netshoes e consegui um desconto bem bacana no modelo. Voilá!! Comprei!!

dynaflyte-eu

Essa semana foi a primeira vez que coloquei ele no pé, de verdade! O conforto e o peso do calçado são as primeiras coisas que você percebe. Muito leve e delicioso de caminhar. Não aperta, apesar de ouvir falar que ele tem a frente mais fina que outros modelos da marca. Achei bem espaçoso para o meu formato de pé. Não senti nenhuma costura incomodar, nem roçar no pé.

Corri com ele por 5K e fiz exercícios funcionais. Lógico que senti um pouco os dedos formigarem e dormirem. Normal pro primeiro dia de rodagem com o tênis. (isso também aconteceu com meu Kayano 21 nos primeiros treinos). Preciso correr mais algumas vezes pra que ele se encaixe nas minhas passadas.

UPLOAD:
Voltei!! Quase 1 mês depois pra falar como está o treinamento com o Dynaflyte!!
Nesses últimos dias usei o modelo mais umas 5x e as percepções do tênis foram as melhores: meu dedão quase não dorme mais, já acostumei com o design da forma no pé e as passadas já estão encaixando perfeitamente!!

Então, destaco que ele será mesmo meu tênis pra MARATONA.
A partir de hoje irei usa-lo em todos os treinos longos para amacia-lo bem até o dia da Maratona do Rio (18/Junho) – até lá terei rodado uns 350km. Estará bem preparado pra corrida 😉

A Revista Contra Relógio destacou o DynaFlyte como o melhor lançamento em Outubro/2016.

Nota: 9,5.
APROVADO!

dynaflyte-01dynaflyte-1

Ficha Técnica:
Marca: Asics
Modelo: DynaFlyte
Preço Sugerido: R$ 649,90
Categoria: Amortecimento / Performance
Pisada: Neutra Supinada
Terreno:
Asfalto
Peso: 239g (varia com o tamanho)
Drop: 8mm

Tecnologia:
O novo modelo DYNAFLYTE possui a tecnologia FuzeGEL, uma fusão dos materiais GEL® e EVA que resultam em uma corrida macia, suave e confortável aos pés. A nova entressola com a tecnologia FlyteFoam, composta por fibras orgânicas, oferece mais leveza, resistência e propulsão durante as passadas. Seu cabedal premium proporciona maior durabilidade, perfeito calce e muito mais conforto

Fonte: Site Asics Brasil

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Como foi o Escape Trail Run 2016

Fala runners,

Fiquei de contar aqui como foi o meu desafio com a Escape Trail Run em Campos do Jordão desse ano.
Quem ainda não sabe, tinha uma dívida com essa corrida desde 2014, quando não concluí a prova por causa de cãibras.

Enfim… vamos ao relato!
Esse ano, muitíssimo mais preparada, ganhei a inscrição do pessoal da organização para pagar de vez a minha divida com a prova. O percurso era mais curto (de 25K para 21K), mas pode apostar que esse ano eles fizeram a coisa ficar BEM mais difícil.

A corrida era praticamente single track (trilhas) e cross-country (trecho de estradão de terra batida). Muitas pedras, galhos, subidas intermináveis, calor e ar seco… Pensa num nariz seco. Não tenho muito que reclamar pois pra minha rinite, tempo seco é uma dádiva. Mas correr nesse clima, a uma altura de quase 2mil metros não é bolinho.

A largada foi bem tumultuada. Como a corrida começou no Pico do Itapeva, a primeira curva já era uma descida, em trilha, com buracos. Formou-se uma fila indiana gigantesca e perdeu-se um bom tempo pra percorrermos os 2 primeiros kms.

Depois também, pernas pra que te quero. Era só subida e descida. Com muita pedra e valas. Nas descidas eu me divertia. Amo descer. As valas eram só obstáculos delícia pra brincar.

Algum tempo depois me vi by myself na corrida. Juju e Thi tinham ficado um pouquinho mais atrás. Foi o momento onde entramos numa floresta de eucaliptos. Tinha que prestar bastante atenção pra não se perder. As fitas de localização estavam bem posicionadas, mas nada que uma distração não fizesse perder o caminho. Ali não tinha trilha. Era por conta das marcações mesmo. Foi bem diferente.

Logo chegamos na parte da Mountain Monster (desafio de tempo de subida de montanha de X km).  A subida era de judiar. Tive até que descansar alguns segundos pra pegar o ar. Puxaaaadoooo!!!

Aí já estávamos na metade da corrida. Mais alguns kms e começaria o sofrimento. Não por causa da panturrilha. Não. Ela estava ótima. O problema aqui foram 7km intermináveis de SUBIDA. No final da prova. Só subida. Quase sem sombra. 11hs da manhã. Com ar rarefeito fazendo efeito. De chorar. Lembrava ali de nunca me inscrever na Mountain Do do Atacama. Sofrer nesse calor de deserto é ruim demais. Chegou um momento que até comecei a delirar. Olhava pra paisagem e via tudo se movimentar. Foquei nas passadas e não prestei mais atenção na vista. Só queria molhar a cabeça e terminar aquela prova.

Podem apostar que foi uma das provas mais quentes e secas que já corri na life.

Mas, dívida paga. Missão cumprida. Tá entregue.
Foi muito mais difícil do que pensei, mas muuuuitooo mais legal!!!

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Ano que vem? Talvez eu volte sim. Convites Ativo O2?

E acabei de des

Thanks people!!
E nos vemos nas pistas!!

Vídeo que fiz da prova pra vocês curtirem um pouquinho mais!!!

5 anos depois…

E parece que foi ontem.

5 anos se passaram. Tantas corridas. Tantas conquistas. Tantas viagens. Tantas novas amizades. Tantas medalhas. Tantos tênis. Tantos kms rodados. E uma certeza. Eu mudei meu jeito de ver a vida.

Nunca pensei que uma bike faria tanta diferença. Sim uma bike. Eu comecei a correr por causa de uma bike.Um dia eu decidi mudar de vida e comprar uma bike. Nela depositei toda as minhas vontades de voltar a me exercitar. Nunca fui uma pessoa sedentária. Pelo contrário. Quando criança praticava tantos esportes que era obrigada a sair 10 minutos antes da terminar a aula de balé pra poder chegar a tempo na equitação. Ia a pé pra natação e pro tênis. No clube praticava ginástica artística. E ainda tinha rolé pra aula de inglês. Tudo isso cabia nas minhas tardes semanais. (fora as lições de casa intermináveis – que quem lembra bem, na década de 80/90 não era bolinho não).

Enfim, depois dessa longa bagagem, na adolescência saí de tudo (como uma boa adolescente rebelde) e resolvi fazer academia. Mas quem dura na academia? Óbvio que era 2 meses de empolgação e 10 meses pagando pra não ir. Por fim, resolvi sair de tudo. Muitos anos depois, voltei pra academia determinada a emagrecer. Consegui manter o ritmo por 1 ano até mudar de emprego (a academia era do lado do trabalho). E então saí da academia de novo e tuuuuudooo mudou.

Por fim, em 2011 resolvi comprar aquela bike. E meu olhar pra vida mudou. Na bike pude conhecer pessoas incríveis, que tinham um estilo de vida completamente diferente do que eu vinha levando. Pra acompanhar a galera eu era obrigada a acordar cedo no sábado ou domingo pra pedalar nas ciclovias. Era obrigada a aguentar a galera pedalando mais de 30km. Completamente fora da minha realidade da época.

bike-01

Nesse momento surgiu a Ju Bakanovas me chamando pra correr uma prova de 5km com ela. Nunca tinha corrido 100m. Eu pedalava. Correr jamais. Maaaaasss, resolvi encarar o desafio. Comprei um tênis de corrida e fui pra esteira. Caminhava a vida e corria 30 segundos. Era tudo pro primeiro dia! Também, fumando como eu fumava, não seria fácil encarar a esteira. Mas eu não desisti. Intercalava os treinos de corrida (caminhada) com os pedais noturnos. Fiz durante uns 2 meses, até o dia da prova.

30/agosto/2011. Domingo. 6 horas da matina. Tentando entender pra que serviam tantos alfinetes. Aquele monte de mulher com camiseta rosa, viseira e um sorriso gigante no rosto. E eu me perguntava: “Será que vou conseguir fazer isso?”

A primeira e única prova que fiz com largada na Ponte Estaiada!
Larguei correndo como se não houvesse amanhã… por 5 minutos. E depois caminhei… caminhei… e resolvi trotar até a chegada!! Circuito Lotus. Será para sempre minha corrida querida! ❤

Foi a experiência mais esquisita que tinha acontecido na minha vida. “Correr” por 5km, no meio de um monte de gente, na Marg. Pinheiros e terminar radiante, querendo fazer tudo de novo. Desacreditei de mim mesma. Estava com dores até no fio de cabelo. Mas depois que peguei a medalha, disse: “Quero fazer isso pro resto da minha vida!”

Hoje, após 5 anos, muitas centenas de 5km depois, tenho a certeza que eu quero correr pra sempre. Seja no asfalto, na montanha, na praia… na lua.
Hoje não me imagino mais sem treinar, sem dar aquela corridinha no parque, sem calçar um tênis na praia e dar um trotinho!

Correr não é mais aquele esporte para melhorar de vida, sair do sedentarismo.
Correr é meu estilo de vida. Correr é minha dose semanal pra lembrar que eu estou viva! Viva até a última gota de suor. \o/

E hoje eu quero mais que correr. Quero voltar a pedalar. Pedalar aquela bike que me fez entrar em movimento. Pedalar aquela bike que eu deixei encostada pra poder correr. Pedalar. Correr. E porque não, Nadar!  😉

A seguir, cenas do próximo capítulo.

Trilhas em São Paulo – Parque Ibirapuera

Sim. É possível treinar em trilhas sem sair da cidade de São Paulo.

O parque Ibirapuera oferece 6km de trilha. O percurso contorna todo o parque. O terreno é de terra batida, com pequenos troncos de árvores pelo caminho, alguns pontos de asfalto, sem muitos desníveis e subidas. À noite não tem iluminação, então a dica é fazer os treinos durante o dia.
Ótimo pra quem está começando na corrida trail. 😉

Trilha-do-Ibirapuera
Foto by: ativitae.com.br

Vídeo que fiz de partes do trajeto!

 

Primeiro Passo #ProjetoFritaPanceps

A partir dessa semana vou começar a contar pra vocês sobre meu novo projeto.
A ideia é melhorar não só a performance na corrida, mas também ficar com a saúde em dia e o corpo preparado pro verão.

#ProjetoFritaPanceps!

Dei início ao projeto há 12 dias e já pude perceber algumas mudanças nos meus hábitos.

Alimentação:
Estou mais ciente do que estou botando pra dentro do corpo. Comida mais saudável: carnes (todos os tipos) legumes, verduras e frutas entraram de vez no meu cardápio. Dei uma leve diminuída nos carboidratos, fazendo opções menos “gordas”. Isso não significa que tirei-os de vez da minha dieta, até porque são eles que me dão energia pra correr. Faço uma dieta baseada no LowCarb (70%), por isso ainda consumo carboidratos e farinha branca. Não pretendo elimina-los da minha vida tão já. 😉

Treinos:
Pode não parecer, mas o treino aliado há uma dieta balanceada muda toda a história.
Só depois que mudamos é que percebemos como a alimentação ajuda efetivamente num treino mais eficaz.
Meus treinos continuam na mesma pegada: corrida 3x por semana (estou querendo incluir mais um dia na semana), e funcional 2x (preciso levar mais a sério) 😛

Disposição:
Botar regras no seu dia, ajuda não só a organizar a agenda, como também a ter mais disposição para fazer as coisas. Dormir bem é a dica para ter um dia mais eficiente em todos os setores, principalmente nos treinos.

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Com esse novo projeto eu comecei a prestar mais atenção no meu corpo, passei a entender como ele funciona e agora consigo decifrar o que ele fala. Sim, nosso corpo fala com a gente. Basta aprendermos a ler os sinais. 😉

É isso pessoal.
Nesses primeiros 12 dias já frite algumas várias gramas!! Estou focada. A meta para esse mês é menos 3kg. Estou no caminho certo. Agora é só não deixar as tentações me vencerem!! 😉

Bóra junto fritar umas gordurinhas extras?!?