Foi assim: Wings For Life 2017

Fala Galerinha.

Como eu já contei no post anterior como funciona todo o evento da Wings For Life World Run, resolvi que nesse post vou fazer um resumão de como foi corrida.

Desde a segunda edição, a corrida acontece em Brasília. Não sei porque, mas tenho um encanto pela capital do país. Pode ser o clima, o lugar, o céu azul, o horizonte, a experiência de uma cidade planejada… não sei mesmo. Pode ser coisa de Capricorniana também. Só sei que gosto muito de Brasília. E essa só foi a segunda vez que estive por lá. A primeira visita foi a trabalho e não tive muita oportunidade de conhecer a cidade. Dessa vez pude fazer um tour por toda a capital.

Domingo. 07 de Maio. Dia de acordar cedo pra correr.
Não tinha dormido muito bem devido ao clima seco da cidade + o ar condicionado do dia anterior. Não tinha dúvida que minha garganta ia dar mal e, claro, fiquei toda entupida. Nada que um Tylenol e a empolgação de fazer uma boa corrida não resolvesse!!

Eu e Laura fomos bem cedo para a arena para aproveitar todos os atrativos do evento e nos prepararmos calmamente para a prova.
Devidamente energizadas com o RedBull que nos foi dado no kit da corrida, nos posicionamos na largada (nem tão no fundo, nem tão na frente).

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8h em ponto começou a festa.

Corri como se não houvesse amanhã. Num pace que não era meu. Mas, como estava na descida dos Ministérios, resolvi manter o ritmo. Por incrível que parece alcancei o Chris (china ninja que corre pacas)! Contornamos o Congresso Nacional, retornamos (agora subida) dos Ministérios e quase 2kms depois pegamos a Asa Norte. Perna pra que te quero. Um retão sem fim. Ótimo treino pra Maratona do Rio. O pace continuava me surpreendendo. Por muitos kms achei que fosse realmente bater a meta que tinha me disposto a cumprir lá no site da prova. Se o ritmo continuasse forte…. Só que não. Logo no 10km para o 11km, na reta do Lago Paranoá, uma subida “a la Biologia” quebrou qualquer possibilidade de fazer os 15km antes do Catcher Car me alcançar. Minha velocidade diminuiu? Sim. Mas de verdade, ainda não tinha feito os cálculos malucos da Ju Carandina (rsss) pra saber se o carro estava perto ou não. Quando dei por mim, começaram a gritar. Era ele, chegando, prestes a me alcançar. Só tive tempo de ligar a GoPro e filmar tudo. Me emocionei. Chorei. Garganta travou mais ainda. 13.6km. Foi aí que ele me pegou! E foi tão legal!!! 😀

Na volta do ônibus, pude trocar ideia com um cara de Brasília, que também tinha se superado. Encontrei as meninas na Catedral. Fotos. Piscina de Gelo. Cachorro de Cadeirinha de Roda. Mais RedBull. E um sol pra cada um.

Voltarei mais vezes. Com certeza. Por que correr por quem não pode é muito mais legal.
Mais fotos e relatos, logo menos no meu Instagram (carulessa) e no meu Youtube (Carol Fonseca carulessa)

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E nos vemos na pixxxxtaaaa.

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